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Stuttgart 24 hs

muito legal…

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vimeo Direkt

Miniaturas

minhas primeiras experiências com a técnica de tilt+shift no photoshop…

ficou curioso? visite http://www.tiltshiftphotography.net/photoshop-tutorial.php

Expresso 25 – Pulso

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No dia 16 de janeiro apresentou-se em Stuttgart o Expresso 25, de Porto Alegre, como parte de uma turnê de quase 1 mês pela Alemanha com o show “Pulso – o movimento do som”. Mais do que um coral, o Expresso 25 é um grupo artístico, que mistura música, dança e teatro, além de ter uma percussão fantástica. Nota 10 para a apresentação, para os integrantes do coral, com quem tive a oportunidade de trocar uma idéia enquanto eles estavam por aqui. Não adianta… pessoal do sul, gaúcho é assim mesmo !!!

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Mais material sobre o grupo no www.expresso25.com.br e no www.myspace.com/expresso25

Mais fotos aqui.

Telhados de Stuttgart

aproveitando um dia (frio) de sol no inverno para tirar umas fotos…

Neve em Stuttgart – Janeiro 2010

Windows 7

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para quem não comprou/instalou ainda, recomendo e muito o novo Windows 7. Bem mais robusto, leve, inteligente e com um look bem melhor (bastante coisa copiada do Mac OS X). Custa um pouco pra se acostumar com a nova barra de tarefas, mas a usabilidade dela é bem melhor que as anteriores. Dependendo do periférico que você tem é só plugar que o sistema detecta o troço, baixa e instala o driver automaticamente, não precisa dar um ok sequer. Com a minha impressora funcionou direitinho, já com o scanner tive que partir pra instalação manual mesmo… mas tudo bem.

Conclusão: nem parece Windows !!!

Stuttgart 08.01.2010

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350.000.000…

O facebook tem, segundo eles próprios, 350 milhões de usuários ativos. O número sozinho já é absurdo, mas quando se leva em conta o fato de que a população total de usuários de internet no mundo gira em torno de 1.5 bilhão, temos a estatística de que 1 em cada 4,2 usuários de internet está cadastrado no Facebook. É quase 25% de “market share”… incrível, não?

o dilema do futebol

para quem está acompanhando essa semana decisiva do futebol brasileiro (que na realidade foi definido no último final de semana, mas tudo bem…) vale a pena dar uma lida na crônica do Wianey Carlet da Zero Hora de hoje…

O jogo entre Grêmio e Flamengo se encaminha para o seu encerramento. Faltam menos de dois minutos, o Flamengo vence por um a zero e o Maracanã lotado faz festa. Jogadores, dirigentes e torcedores do Grêmio suspiram, aliviados. Afinal, estavam conseguindo que de melhor poderiam alcançar: o Inter não seria campeão e o Grêmio sairia do Maracanã com a cabeça erguida, vertendo dignidade. Subitamente, o desastre: o zagueiro carioca falha e a bola sobra para Julciney, atacante júnior requisitado por Marcelo Rospide para este jogo. Antes mesmo de dominar a bola, o jovem atacante pensa que ali está a chance de uma consagração. Calar mais de 80 mil torcedores e mudar a história, tudo estava ao seu alcance. Julciney avança, entra na área, tem apenas o goleiro avançando sobre ele, desesperadamente. Julciney dá um toque lateral e desvia do goleiro. O gol está limpo, livre, aberto, disponível. O garoto já vai empurrar a bola para as redes quando, repentinamente, seu pé de apoio perde contato com o gramado e ele rola para um lado enquanto a bola foge por outro. Julciney ainda tem tempo de ouvir o apito estridente do árbitro. Estaria marcando pênalti ou simulação de falta, se interroga o atacante. Pênalti. O árbitro aponta a marca da cal como o verdugo aciona o alçapão sob os pés do condenado.

Pênalti contra o Flamengo. Se for convertido, o Grêmio empata o jogo e não haverá tempo para a reação. Há cinco minutos, o placar do Maracanã informara o terceiro gol do Inter, no Beira-Rio. Meu Deus, lembra Juciley, se o Grêmio empatar o jogo, os colorados serão campeões. E eles, jogadores, serão amaldiçoados para sempre pela torcida gremista. Talvez apanhem na chegada a Porto Alegre. Enquanto se levanta, Jucilei decide: não cobrará o pênalti. Que outro cobre. Qualquer um. Menos ele.

Neste momento, 80 mil flamenguistas se erguem e um coro poderoso desce das arquibancadas e invade o gramado:

ENTREGA! ENTREGA! ENTREGA”

O time inteiro do Grêmio cerca Julciney. Exigem que ele cobre o pênalti. Quem criou o impasse, que resolva. Julcinei começa a chorar. Quer a consagração, marcar o seu início de carreira como quem mudou a história. Mas tem medo do que poderá acontecer, se fizer o gol.

ENTREGA! ENTREGA! ENTREGA!”

A multidão baba e exige. Julciney coloca a bola na marca da cal. Toma distância e decide. Os narradores de rádio e televisão arregalam os olhos. Julcinei não está posicionado de frente para o gol. No último instante, girara o corpo e ficara em posição frontal a lateral do campo. Escolheu o lado aonde estão posicionadas as câmeras de televisão. Quer que o mundo testemunhe o seu drama. Julciney corre, bate e a bola mal chega a linha lateral. Constrangido, o árbitro termina o jogo. A torcida rubro-negra festeja. Julciney chora.

Subitamente, volta-lhe a consciência. O quarto escuro indica que é noite. Julciney respira aliviado. O relógio indica que é madrugada de sábado para domingo. Foi um pesadelo. Julciney levanta, bebe meio copo de água e liga para o médico da delegação. Informa que está sentindo horríveis dores no estômago com reflexos na panturrilha da perna esquerda.

Julciney é afastado do jogo. O garoto suspira, conformado. E se o seu pesadelo foi premonitório?

1. Festival Filme conta Música – Stuttgart 2009

Nos últimos 6 meses, mais ou menos, participei da organização de um festival de cinema e música aqui em Stuttgart. A idéia era fazer uma mostra de filmes, em sua maioria documentários, sobre a música brasileira e sua diversidade. Para enriquecer o festival, foram convidados artistas que, direta ou indiretamente, tinham a ver com os filmes exibidos. A coisa toda aconteceu semana passada, de 8 a 13 de novembro.

Dentre os artistas que aceitaram o nosso convite estavam Naná Vasconcelos, um dos melhores percussionistas do mundo, Chico Chagas, acordeonista e pianista de mão cheia e um verdadeiro maestro, que tocou com britânico Dave O’Higgins (saxofone) e o brasileiro Adriano Adewale (percussão), Marcos Souza (filho de Chico Mário e sobrinho de Betinho e Henfil, cujas vidas foram tema do filme 3 irmãos de sangue), pianista que se apresentou com Olaf Keus (percussão), Jair Oliveira (ou Jairzinho, filho do Jair Rodrigues), e Wilson Simoninha e Max de Castro (filhos de Wilson Simonal, cujo filme também foi exibido no festival). Todos os artistas, sem exceção, são pessoas fantásticas, descomplicadas e 100% dispostas a ajudar para que tudo funcionasse direitinho. Uma experiência muito bacana, que espero que se repita ano que vem…

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Naná Vasconcelos

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Dave O’Higgins, Adriano Adewale, Carla, Olaf Keus, Diogo, Nancy, Marcos Souza, eu e Chico Chagas

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Wilson Simoninha

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Max de Castro